<  Setembro 2009  >
S T Q Q S S D
  1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30        
Buscar
Receba os posts
Terra Blog

Categoria: Fé

30.12.08

Deus em Questão - A Morte

categorias: , Literatura

 

A MORTE

Freud afirmava que “nosso inconsciente não acredita na sua própria morte; ele se comporta como se fosse imortal”. Um sinal disso é que o homem continua a fazer guerras cada vez mais freqüentes e sangrentas, pois embora haja evoluído, ele ainda mantém em estado reprimido “todos aqueles impulsos primitivos, selvagens, maus...” que o levam às guerras, sob pena de submeter-se ao risco da morte (o instinto básico agressivo não é suplantado pelo temor da mortalidade).
Freud não fazia tais afirmações filosoficamente, e sim de modo analítico, como resultado de suas atividades de pesquisa e de seus estudos. Contudo, talvez Lewis pudesse responder filosoficamente à questão, dizendo que o nosso inconsciente recuse a morte pelo fato de que ela não seja parte original do “Plano da Criação”...

Tememos a morte a partir do exato momento em que dela tomamos consciência; consciência esta que é inerente ao ser humano e que é exclusiva dele. Todavia, nosso inconsciente nega a morte, não a aceita, existe como se jamais precisasse se submeter a ela.

E por que é assim? Qual seria a razão para essa negação inconsciente de um fato consciente? Por qual motivo evitamos, inconscientemente, a certeza da morte?

Não poderia ser, talvez, pelo fato de que não tenhamos sido originalmente criados para a morte?

Por que o ser humano, que nasce para morrer, não aceita a morte, ou pelo menos tem enorme dificuldade para aceitá-la? Por que temos a necessidade imanente, intrínseca e inata da permanência?

E a razão pode ser que não nascemos, na verdade, para morrer; nascemos - ou fomos criados – para viver eternamente. Nosso inconsciente talvez saiba disso...
E se assim o é, havemos de ter a esperança natural do porvir, esperança que reside em Deus e que depende da redenção oferecida pelo Cristo, Jesus.
É certo que mesmo o mais crédulo dos crentes teme a morte; do mesmo modo que também é verdadeiro que o mais cético dos descrentes, ainda que viva com a consciência da morte - ou da extinção eterna, conforme a sua própria concepção – continua a viver e a alentar a possibilidade (inconscientemente) de um resultado menos banal para a vida. Senão como seria possível prosseguir com serenidade, como não sucumbir ao desespero e ao desamparo? , se a certeza inexorável residisse apenas, nas palavras do próprio Freud, em “os horrores da desintegração” ou no “congelar como um pingüim” ou ainda em “os terrores de eterno nada”.
O inconsciente, que provém da nossa natureza fundamental, sabe que não morreremos jamais (ou que ao menos é verdadeira essa possibilidade). De outro modo não seria razoável conceber que, da mesma maneira que naturalmente existimos, naturalmente também estaríamos fadados à extinção? Mas assim não o é! , pelo simples fato de que não nascemos absolutamente fadados à extinção. Nascemos, ao contrário, para viver eterna e plenamente, conforme um plano infalível e perfeito: o “Plano da Criação”.

Em sua obra clássica, “Milagres”, C. S. Lewis fala sobre a morte:

“A morte é o triunfo sobre Satanás e a punição da queda”.
“A morte é o último inimigo”.
“A morte é ‘ambivalente’. Trata-se da grande arma de Satanás e, ao mesmo tempo, da grande arma de Deus: trata-se da nossa desgraça suprema e da nossa única esperança; aquilo que Cristo veio conquistar e o meio pelo qual ele a conquistou.”
“Para que se opere o Grande Milagre (ou o Maior dos Milagres: a Ressurreição), a morte é necessária”.

Em uma de suas cartas ao pai, Lewis escreveria ainda:

“Eu vi a morte com razoável freqüência e nunca fui capaz de considerá-la algo extraordinário ou inacreditável. A pessoa real é tão real, tão obviamente viva e tão diferente do que restou que fica difícil acreditar que tudo isso pudesse ter se transformado em nada”.

“Ensina-nos a contar nossos dias,para que alcancemos coração sábio.” (Salmo 90:12) Interpretando o salmista, isto é o que ele diz: é sábio compreender que este (o mundo) não é o nosso lar...

Deus em Questão - O amor

categorias: , Literatura

 

O AMOR

O amor humano, quando levado aos seus extremos, tende a arrogar-se autoridade divina. Assim como o amor por uma mulher pode levar um homem a negligenciar a sua família, ou o amor a pátria pode conduzir a atrocidades inimagináveis, o amor à religião pode motivar – e tem motivado ao longo dos séculos – as pessoas a agirem mal.

Lewis diz que “se algum dia for escrito algum um livro que eu não hei de escrever, ele deverá ser a confissão da cristandade inteira acerca da contribuição específica da cristandade para a soma da crueldade e traição da humanidade... Nós gritamos o nome de Cristo e agimos a serviço de Moloque ”.

Mas, e quanto a este tipo de amor: “Amarás ao teu Deus de todo o teu coração e ao teu próximo como a ti mesmo”?

Não parece um mandamento pouco razoável, ainda que enunciado com tamanha solenidade? O mandamento não nos soaria retórico, sob a forma de palavras vazias, porquanto inexeqüíveis?

De fato, poucos são capazes de compreendê-lo, ou mesmo de aceitá-lo como válido, esse mandamento fundamental para o cristão.

Mas Lewis nos traz à luz para compreendê-lo na sua essência.

Inicialmente, ele explica que pode haver quatro tipos de amores:
Storge = afeição, assim como a familiar, seu melhor exemplo.
Philia = o sentimento de amizade, de afinidade, que une caminhantes da mesma jornada, pessoas com objetivos, opiniões, idéias e ideais semelhantes (a profunda amizade, cultivada com sinceridade e calcada no tempo, tende a converter-se em Storge).
Eros = o amor romântico e/ou sexual, que pode coexistir com as outras formas de amor.
Ágape = o amor perfeito de Deus e por Deus; o amor do mandamento.

Este, o mandamento que Freud reputava absurdo e dizia ser impossível cumprir, pois “nem todos os homens são dignos de amor”, ao contrário, muitos “têm mais direito à minha hostilidade, ou até mesmo ao meu ódio”. Dizia ainda que talvez entendesse tal mandamento se ele fosse “ama o teu próximo, como o teu próximo te ama”.

De fato, Ágape (o amor do mandamento) contradiz a natureza humana, violenta e agressiva por natureza, pois depende de uma natureza modificada: o “nascer de novo” espiritual preconizado pelas escrituras.
Lewis orienta que a chave para compreensão do mandamento é a expressão “como a mim mesmo”.
Não se trata de sentir afeição ou ternura (storge), ou de se ter afinidade (phylia) por todos e por qualquer um, da mesma forma que não possuímos exatamente sentimentos semelhantes por nós mesmos! O que sentimos por nós é um desejo de coisas boas, isto é, um desejo de que somente o que é bom e o que é bem estejam na nossa vida. “Não importa quanto eu possa desgostar da minha própria covardia e avareza (dos meus defeitos, em suma), continuo amando a mim mesmo (e desejando o bem para mim)”, escreve Lewis. Ágape é, portanto, um estado de vontade que temos para nós mesmos e que devemos aprender a ter para com os outros; é o desejo de fazer e querer o bem para todos e para qualquer um, do mesmo modo como queremos e fazemos para nós mesmos. Nesse tipo de amor – assim como no mandamento - não há mera poesia, ou falsa retórica, não são palavras vazias. Nele há atitude e postura: o exercício da verdadeira aceitação do outro com as suas imperfeições, a negação do nosso orgulho e das nossas vaidades, o suplantar da nossa natureza egoísta.
Mas se ainda assim o conceito do amor ao próximo nos pareça incoerente e ilusório, quando a consciência nos apresenta os outros como seres imortais - como de fato o são - tornar-se-ão, então, a coisa mais sagrada que possa ser apresentada aos nossos sentidos materiais. Dignos, portanto, do nosso amor incondicional.
Esta é a verdadeira e fundamental ética cristã!

...

Deus em Questão - O sofrimento

categorias: , Literatura


O PROBLEMA DO SOFRIMENTO


Viver significa sofrer. A consciência da mortalidade causa dor e a necessidade de permanência provoca sofrimento. O medo da perda é penetrante; o sofrimento provocado pela perda é extremo.

Mas afinal, se Deus é bom e perfeito, por que há dor e sofrimento?

Segundo Lewis, o governo do universo está temporariamente nas mãos do inimigo, e esta seria a razão de todas as dores e de todos os sofrimentos.

Mas, ainda: se Deus é o criador de tudo o que há, teria ele também criado o sofrimento? Pois o sofrimento em si não é bom, a essência do sofrimento é o mal; logo, como poderia ele ter provido de Deus, que é bom e perfeito?

De fato, o sofrimento não é bom e não pode ter procedido de Deus, mas pode ser usado por Ele para os seus propósitos redentores. O sofredor, durante a sua dor, acaba por submeter-se à vontade de Deus; o expectador do sofrimento experimenta a compaixão e os atos de misericórdia que também o aproximam de Deus. O Bem simples (absoluto) provém de Deus; o Mal simples (absoluto) provém do Inimigo; Deus explora o mal para os seus propósitos redentores. O resultado dessa equação é o Bem complexo, para o qual contribuem o sofrimento aceito e o arrependimento.

E se Deus é perfeito e bom, quem teria, então, criado o Mal?

Deus nos criou todos – anjos e seres humanos – dotados de livre-arbítrio (o que é bom, pois de outro modo seríamos como robôs, ou como marionetes nas mãos de um títere todo-poderoso). O abuso desse mesmo livre-arbítrio gerou o Mal. E Deus permite o Mal, assim como permite a dor e o sofrimento (que são maus e males) por enquanto, neste Universo parcialmente redimido.

 
- Deus sussurra pelos prazeres e pelas belezas da vida; 
- Deus fala pela consciência de cada um; 
- Deus grita pelo sofrimento!

...

"Deus em Questão"

categorias: , Literatura

Freud e C. S. Lewis debatem sobre amor, sexo e o sentido da vida.

De Armand Nicholi Jr.

A maior parte dos grandes pensadores ao longo da História da Humanidade não ficou alheia à questão crucial da fé. Durante o século XX - e após um conturbado século XIX, marcado por embates acalorados sobre a existência ou não de Deus - dois homens, de forma brilhante e cada qual à sua maneira, levantaram novos argumentos sobre essa questão. Em "Deus em Questão", o autor põe lado a lado os argumentos de C. S. Lewis e Sigmund Freud - favoráveis e contrários à existência de Deus -, muito embora provavelmente jamais tenham se encontrado de fato ao longo de suas vidas. Ambos consideram cuidadosamente a sua visão de mundo à luz de problemas como a dor e o sofrimento, o amor e o sexo, o sentido da vida e a inevitabilidade da morte. Ao leitor, após "assistir" ao debate magistral, cabe assumir o seu lugar ao lado de um ou de outro, conforme aquilo o que a consciência de cada um puder trazer à luz da sua razão - ou da suá fé...

“Esta elegante e convincente comparação entre a visão de mundo de Freud e a de C. S. Lewis é uma oportunidade de reflexão dialógica sobre as mais importantes questões que a humanidade sempre se fez: Deus existe? Ele se importa comigo? Este livro destina-se a todos que buscam, sinceramente, respostas sobre a verdade, o sentido da vida e a existência de Deus.” Francis Collins, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas em Genoma Humano, EUA

“Armand Nicholi acertou na mosca com essa história irresistível e tão bem contada sobre as duas âncoras – e o dilema – do pensamento moderno. A partir da vida desses dois verdadeiros gênios, podemos identificar o nosso próprio desejo e busca.” Ken Burns, diretor do premiado documentário The Civil War e do histórico Jazz, megassérie apresentada no Brasil pelo canal GNT

“Alguns livros são equilibrados, acadêmicos e objetivos. Outros são desafiadores e comoventes e prendem a nossa atenção. Quando um livro consegue reunir tudo isso, torna-se simplesmente inesquecível. Deus em Questão é assim. É tão empolgante quanto um romance, com uma diferença: nós escrevemos o final.” Peter Kreeft, PhD, professor de filosofia do Boston College, autor de “Buscar Sentido no Sofrimento” (Edições Loyola) e “O Diálogo” (Mundo Cristão)

“Assisti a algumas das aulas impressionantemente concorridas de Armand Nicholi em Harvard, que foram uma das experiências mais gratificantes da minha vida. Depois de vinte e cinco anos de ensino e pesquisa sobre Freud e Lewis, o autor coloca o resultado à disposição de todos. Este livro mudará a sua vida.” Dr. Timothy Johnson, editor da área médica do ABC News

“Deus em Questão é profundo e fascinante. Quem procura o verdadeiro significado da vida precisa ler este maravilhoso livro.” Ralph Larson, presidente e diretor executivo da Johnson & Johnson

(A seguir, nos próximos posts, faço algumas considerações sobre os temas abordados no livro.)

02.12.08

Por que ler a Bíblia?

categorias:

E para responder, com a palavra, a própria Bíblia:

 

EVANGELHO DE JOÃO, CAPÍTULO 1, VERSÍCULOS 1 E 14:

“1. No princípio era o VERBO, e o VERBO estava com Deus, e o VERBO era Deus.”
...
“14. E o VERBO se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.”


O “VERBO” mencionado na Bíblia tem o mesmo significado de “PALAVRA”. Mas, afinal, de quem as Escrituras falam quando se referem ao “VERBO”?

Ora, o “VERBO” é o próprio Jesus, que desde o princípio já habitava com Deus Pai e com o Espírito Santo, sendo eles três e ao mesmo tempo um único Deus.

O VERBO é o próprio Cristo Salvador, o qual se fez homem com todas as características humanas, embora fosse Deus.

O VERBO é Jesus de Nazaré, o Deus que se fez carne e sofreu com as tentações e fraquezas da carne, mas que jamais pecou – venceu, portanto, o pecado! E assim, vitorioso, entregou-se aos homens para morrer na Cruz e propiciar a salvação de todos os que nele creiam, justificados que são pela sua vitória sobre o pecado.



GÊNESIS, CAPÍTULO 1, VERSÍCULO 3:

“3. Disse Deus: Haja luz; e houve luz.”


Quando Deus “DISSE” o que foi que ele usou?
Não foi apenas a “PALAVRA”, ou o “VERBO”?

Portanto, através das Escrituras, revela-se a todos o quão infinito é o poder da “PALAVRA”! O “PODER” que é também Jesus, e que é igualmente o próprio Deus.
Do nada, pelo ato da “PALAVRA”, que é “PODER”, tudo se fez.



EVANGELHO DE JOÃO, CAPÍTULO 11, VERSÍCULOS 41 a 44:

“41. Tiraram, pois, a pedra de onde o defunto jazia. E Jesus, levantando os olhos para cima, disse: Pai, graças te dou, por me haveres ouvido.
42. Eu bem sei que sempre me ouves, mas eu disse isto por causa da multidão que está em redor, para que creiam que tu me enviaste.
43. E, tendo dito isto, clamou com grande voz:
Lázaro, sai para fora.
44. E o defunto saiu, tendo as mãos e os pés ligados com faixas, e o seu rosto envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: Desligai-o, e deixai-o ir.”



Eis outra manifestação do PODER de Deus através da sua PALAVRA, para a qual nada é impossível, pois a PALAVRA é PODER, e é também o próprio Deus revelado aos que crêem.


ATOS DOS APÓSTOLOS, CAPÍTULO 3, VERSÍCULOS 2-3, 6-8:

“2. E era trazido um homem que desde o ventre de sua mãe era coxo (...).
3. O qual, vendo a Pedro e a João que iam entrando no templo, pediu que lhe dessem uma esmola”.
...
“6. E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda.
7. E, tomando-o pela mão direita, o levantou, e logo os seus pés e artelhos se firmaram.
8. E, saltando ele, pôs-se em pé, e andou, e entrou com eles no templo, andando, e saltando, e louvando a Deus.”


Nesse episódio a Bíblia relata a cura de um coxo na porta do templo. Porém, agora, quem exerce o PODER da PALAVRA já não é mais Jesus em pessoa, que já não está entre nós. É Pedro que comanda: “levanta-te e anda”, usando a AUTORIDADE conferida a ele – e igualmente a todos os que crêem – pelo próprio Jesus, por intermédio do Espírito Santo – este sim, que ainda habita entre nós.



CARTA DE PAULO AOS ROMANOS, CAPÍTULO 1, VERSÍCULOS 16 E 17:

“16. Pois não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu, e também do grego.
17. Porque nele (no Evangelho) se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.”


E o que é o EVANGELHO, senão a PALAVRA DE DEUS que nos é revelada, e que foi escrita sob a inspiração do Espírito Santo?
Como nos envergonhar dela, se assim estaríamos nos envergonhando do próprio Cristo, ou do próprio Deus?
Portanto, a Bíblia não é apenas uma coleção de belas histórias, ou um conjunto de alegorias poéticas para ditar regras de comportamento. A Bíblia é a Revelação daquilo que Deus se propôs a nos revelar através do Espírito Santo. E, se provém de Deus, é Poder!

Mas como ter certeza disso? Como saber se esses escritos que atravessaram milênios e passaram por impérios e por governos, são de fato obra de Deus, e não de homens?

Ora, é pela FÉ que devemos aceitar a Revelação, não pela razão. Como Paulo ensina, inspirado pelo Espírito Santo: “Porque nele (no Evangelho) se descobre a justiça de Deus de fé em fé (...)”. É o que Deus espera de nós: que tenhamos FÉ na sua PALAVRA, que é a REVELAÇÃO do seu PODER.

E, afinal, o que é a FÉ?

Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.” (Hebreus, 11:1)

Se nos dispomos a assim proceder, desprovidos de orgulho intelectual, despidos das vaidades humanas, certamente o Espírito Santo nos auxiliará a compreender a Mensagem que Deus nos legou. Mensagem que é o próprio Cristo encarnado, morto e ressurreto para a salvação daqueles que são o repositório do infinito Amor do Pai: nós mesmos.

Credo ut intelligan” (Crer para entender), assim ensinava santo Anselmo de Cantuária. Se procurarmos primeiro entender com a razão para depois crer com o coração, coisa alguma jamais se revelará, pois não temos o alcance intelectual suficiente para sondar os mistérios divinos. Mas, se primeiro crermos pela FÉ, depois, o que a Deus aprouver, certamente nos será revelado por obra e graça do Espírito Santo.

...

..

.