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	<title>&#193;vila de Brito</title>
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		<title>Deus em Quest&#227;o - A Morte</title>
		<link>http://aviladebrito.blog.terra.com.br/deus_em_questao_a_morte</link>
		<dc:date>30.12.08</dc:date>
		<dc:creator>cabrals</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>&#160;
A MORTE
Freud afirmava que &#8220;nosso inconsciente n&#227;o acredita na sua pr&#243;pria morte; ele se comporta como se fosse imortal&#8221;. Um sinal disso &#233; que o homem continua a fazer guerras cada vez mais freq&#252;entes e sangrentas, pois embora haja evolu&#237;do, ele ainda mant&#233;m em estado reprimido &#8220;todos aqueles impulsos primitivos, selvagens, maus...&#8221; que o levam &#224;s guerras, sob pena de submeter-se ao risco da morte (o instinto b&#225;sico agressivo n&#227;o &#233; suplantado pelo temor da mortalidade). Freud n&#227;o fazia tais afirma&#231;&#245;es filosoficamente, e sim de modo anal&#237;tico, como resultado de suas atividades de pesquisa e de seus estudos. Contudo, talvez Lewis pudesse responder filosoficamente &#224; quest&#227;o, dizendo que o nosso inconsciente recuse a morte pelo fato de que ela n&#227;o seja parte original do &#8220;Plano da Cria&#231;&#227;o&#8221;... 
Tememos a morte a partir do exato momento em que dela tomamos consci&#234;ncia; consci&#234;ncia esta que &#233; inerente ao ser humano e que &#233; exclusiva dele. Todavia, nosso inconsciente nega a morte, n&#227;o a aceita, existe como se jamais precisasse se submeter a ela. 
E por que &#233; assim? Qual seria a raz&#227;o para essa nega&#231;&#227;o inconsciente de um fato consciente? Por qual motivo evitamos, inconscientemente, a certeza da morte?
N&#227;o poderia ser, talvez, pelo fato de que n&#227;o tenhamos sido originalmente criados para a morte? 
Por que o ser humano, que nasce para morrer, n&#227;o aceita a morte, ou pelo menos tem enorme dificuldade para aceit&#225;-la? Por que temos a necessidade imanente, intr&#237;nseca e inata da perman&#234;ncia?
E a raz&#227;o pode ser que n&#227;o nascemos, na verdade, para morrer; nascemos - ou fomos criados &#8211; para viver eternamente. Nosso inconsciente talvez saiba disso... E se assim o &#233;, havemos de ter a esperan&#231;a natural do porvir, esperan&#231;a que reside em Deus e que depende da reden&#231;&#227;o oferecida pelo Cristo, Jesus. &#201; certo que mesmo o mais cr&#233;dulo dos crentes teme a morte; do mesmo modo que tamb&#233;m &#233; verdadeiro que o mais c&#233;tico dos descrentes, ainda que viva com a consci&#234;ncia da morte - ou da extin&#231;&#227;o eterna, conforme a sua pr&#243;pria concep&#231;&#227;o &#8211; continua a viver e a alentar a possibilidade (inconscientemente) de um resultado menos banal para a vida. Sen&#227;o como seria poss&#237;vel prosseguir com serenidade, como n&#227;o sucumbir ao desespero e ao desamparo? , se a certeza inexor&#225;vel residisse apenas, nas palavras do pr&#243;prio Freud, em &#8220;os horrores da desintegra&#231;&#227;o&#8221; ou no &#8220;congelar como um ping&#252;im&#8221; ou ainda em &#8220;os terrores de eterno nada&#8221;. O inconsciente, que prov&#233;m da nossa natureza fundamental, sabe que n&#227;o morreremos jamais (ou que ao menos &#233; verdadeira essa possibilidade). De outro modo n&#227;o seria razo&#225;vel conceber que, da mesma maneira que naturalmente existimos, naturalmente tamb&#233;m estar&#237;amos fadados &#224; extin&#231;&#227;o? Mas assim n&#227;o o &#233;! , pelo simples fato de que n&#227;o nascemos absolutamente fadados &#224; extin&#231;&#227;o. Nascemos, ao contr&#225;rio, para viver eterna e plenamente, conforme um plano infal&#237;vel e perfeito: o &#8220;Plano da Cria&#231;&#227;o&#8221;. 
Em sua obra cl&#225;ssica, &#8220;Milagres&#8221;, C. S. Lewis fala sobre a morte:
&#8220;A morte &#233; o triunfo sobre Satan&#225;s e a puni&#231;&#227;o da queda&#8221;. &#8220;A morte &#233; o &#250;ltimo inimigo&#8221;. &#8220;A morte &#233; &#8216;ambivalente&#8217;. Trata-se da grande arma de Satan&#225;s e, ao mesmo tempo, da grande arma de Deus: trata-se da nossa desgra&#231;a suprema e da nossa &#250;nica esperan&#231;a; aquilo que Cristo veio conquistar e o meio pelo qual ele a conquistou.&#8221; &#8220;Para que se opere o Grande Milagre (ou o Maior dos Milagres: a Ressurrei&#231;&#227;o), a morte &#233; necess&#225;ria&#8221;.
Em uma de suas cartas ao pai, Lewis escreveria ainda:
&#8220;Eu vi a morte com razo&#225;vel freq&#252;&#234;ncia e nunca fui capaz de consider&#225;-la algo extraordin&#225;rio ou inacredit&#225;vel. A pessoa real &#233; t&#227;o real, t&#227;o obviamente viva e t&#227;o diferente do que restou que fica dif&#237;cil acreditar que tudo isso pudesse ter se transformado em nada&#8221;. 
&#8220;Ensina-nos a contar nossos dias,para que alcancemos cora&#231;&#227;o s&#225;bio.&#8221; (Salmo 90:12) Interpretando o salmista, isto &#233; o que ele diz: &#233; s&#225;bio compreender que este (o mundo) n&#227;o &#233; o nosso lar... </description>
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	<item rdf:about="http://aviladebrito.blog.terra.com.br/deus_em_questao_o_amor">
		<title>Deus em Quest&#227;o - O amor</title>
		<link>http://aviladebrito.blog.terra.com.br/deus_em_questao_o_amor</link>
		<dc:date>30.12.08</dc:date>
		<dc:creator>cabrals</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>&#160;
O AMOR
O amor humano, quando levado aos seus extremos, tende a arrogar-se autoridade divina. Assim como o amor por uma mulher pode levar um homem a negligenciar a sua fam&#237;lia, ou o amor a p&#225;tria pode conduzir a atrocidades inimagin&#225;veis, o amor &#224; religi&#227;o pode motivar &#8211; e tem motivado ao longo dos s&#233;culos &#8211; as pessoas a agirem mal.
Lewis diz que &#8220;se algum dia for escrito algum um livro que eu n&#227;o hei de escrever, ele dever&#225; ser a confiss&#227;o da cristandade inteira acerca da contribui&#231;&#227;o espec&#237;fica da cristandade para a soma da crueldade e trai&#231;&#227;o da humanidade... N&#243;s gritamos o nome de Cristo e agimos a servi&#231;o de Moloque &#8221;.
Mas, e quanto a este tipo de amor: &#8220;Amar&#225;s ao teu Deus de todo o teu cora&#231;&#227;o e ao teu pr&#243;ximo como a ti mesmo&#8221;?
N&#227;o parece um mandamento pouco razo&#225;vel, ainda que enunciado com tamanha solenidade? O mandamento n&#227;o nos soaria ret&#243;rico, sob a forma de palavras vazias, porquanto inexeq&#252;&#237;veis?
De fato, poucos s&#227;o capazes de compreend&#234;-lo, ou mesmo de aceit&#225;-lo como v&#225;lido, esse mandamento fundamental para o crist&#227;o.
Mas Lewis nos traz &#224; luz para compreend&#234;-lo na sua ess&#234;ncia.
Inicialmente, ele explica que pode haver quatro tipos de amores: Storge = afei&#231;&#227;o, assim como a familiar, seu melhor exemplo. Philia = o sentimento de amizade, de afinidade, que une caminhantes da mesma jornada, pessoas com objetivos, opini&#245;es, id&#233;ias e ideais semelhantes (a profunda amizade, cultivada com sinceridade e calcada no tempo, tende a converter-se em Storge). Eros = o amor rom&#226;ntico e/ou sexual, que pode coexistir com as outras formas de amor. &#193;gape = o amor perfeito de Deus e por Deus; o amor do mandamento.
Este, o mandamento que Freud reputava absurdo e dizia ser imposs&#237;vel cumprir, pois &#8220;nem todos os homens s&#227;o dignos de amor&#8221;, ao contr&#225;rio, muitos &#8220;t&#234;m mais direito &#224; minha hostilidade, ou at&#233; mesmo ao meu &#243;dio&#8221;. Dizia ainda que talvez entendesse tal mandamento se ele fosse &#8220;ama o teu pr&#243;ximo, como o teu pr&#243;ximo te ama&#8221;. 
De fato, &#193;gape (o amor do mandamento) contradiz a natureza humana, violenta e agressiva por natureza, pois depende de uma natureza modificada: o &#8220;nascer de novo&#8221; espiritual preconizado pelas escrituras. Lewis orienta que a chave para compreens&#227;o do mandamento &#233; a express&#227;o &#8220;como a mim mesmo&#8221;. N&#227;o se trata de sentir afei&#231;&#227;o ou ternura (storge), ou de se ter afinidade (phylia) por todos e por qualquer um, da mesma forma que n&#227;o possu&#237;mos exatamente sentimentos semelhantes por n&#243;s mesmos! O que sentimos por n&#243;s &#233; um desejo de coisas boas, isto &#233;, um desejo de que somente o que &#233; bom e o que &#233; bem estejam na nossa vida. &#8220;N&#227;o importa quanto eu possa desgostar da minha pr&#243;pria covardia e avareza (dos meus defeitos, em suma), continuo amando a mim mesmo (e desejando o bem para mim)&#8221;, escreve Lewis. &#193;gape &#233;, portanto, um estado de vontade que temos para n&#243;s mesmos e que devemos aprender a ter para com os outros; &#233; o desejo de fazer e querer o bem para todos e para qualquer um, do mesmo modo como queremos e fazemos para n&#243;s mesmos. Nesse tipo de amor &#8211; assim como no mandamento - n&#227;o h&#225; mera poesia, ou falsa ret&#243;rica, n&#227;o s&#227;o palavras vazias. Nele h&#225; atitude e postura: o exerc&#237;cio da verdadeira aceita&#231;&#227;o do outro com as suas imperfei&#231;&#245;es, a nega&#231;&#227;o do nosso orgulho e das nossas vaidades, o suplantar da nossa natureza ego&#237;sta. Mas se ainda assim o conceito do amor ao pr&#243;ximo nos pare&#231;a incoerente e ilus&#243;rio, quando a consci&#234;ncia nos apresenta os outros como seres imortais - como de fato o s&#227;o - tornar-se-&#227;o, ent&#227;o, a coisa mais sagrada que possa ser apresentada aos nossos sentidos materiais. Dignos, portanto, do nosso amor incondicional. Esta &#233; a verdadeira e fundamental &#233;tica crist&#227;! 
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	<item rdf:about="http://aviladebrito.blog.terra.com.br/deus_em_questao_o_sofrimento">
		<title>Deus em Quest&#227;o - O sofrimento</title>
		<link>http://aviladebrito.blog.terra.com.br/deus_em_questao_o_sofrimento</link>
		<dc:date>30.12.08</dc:date>
		<dc:creator>cabrals</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>O PROBLEMA DO SOFRIMENTO 
Viver significa sofrer. A consci&#234;ncia da mortalidade causa dor e a necessidade de perman&#234;ncia provoca sofrimento. O medo da perda &#233; penetrante; o sofrimento provocado pela perda &#233; extremo.
Mas afinal, se Deus &#233; bom e perfeito, por que h&#225; dor e sofrimento?
Segundo Lewis, o governo do universo est&#225; temporariamente nas m&#227;os do inimigo, e esta seria a raz&#227;o de todas as dores e de todos os sofrimentos. 
Mas, ainda: se Deus &#233; o criador de tudo o que h&#225;, teria ele tamb&#233;m criado o sofrimento? Pois o sofrimento em si n&#227;o &#233; bom, a ess&#234;ncia do sofrimento &#233; o mal; logo, como poderia ele ter provido de Deus, que &#233; bom e perfeito?
De fato, o sofrimento n&#227;o &#233; bom e n&#227;o pode ter procedido de Deus, mas pode ser usado por Ele para os seus prop&#243;sitos redentores. O sofredor, durante a sua dor, acaba por submeter-se &#224; vontade de Deus; o expectador do sofrimento experimenta a compaix&#227;o e os atos de miseric&#243;rdia que tamb&#233;m o aproximam de Deus. O Bem simples (absoluto) prov&#233;m de Deus; o Mal simples (absoluto) prov&#233;m do Inimigo; Deus explora o mal para os seus prop&#243;sitos redentores. O resultado dessa equa&#231;&#227;o &#233; o Bem complexo, para o qual contribuem o sofrimento aceito e o arrependimento. 
E se Deus &#233; perfeito e bom, quem teria, ent&#227;o,&#160;criado o Mal? 
Deus nos criou todos &#8211; anjos e seres humanos &#8211; dotados de livre-arb&#237;trio (o que &#233; bom, pois de outro modo ser&#237;amos como rob&#244;s, ou como marionetes nas m&#227;os de um t&#237;tere todo-poderoso). O abuso desse mesmo livre-arb&#237;trio gerou o Mal. E Deus permite o Mal, assim como permite a dor e o sofrimento (que s&#227;o maus e males) por enquanto, neste Universo parcialmente redimido.
&#160;- Deus sussurra pelos prazeres e pelas belezas da vida;&#160;- Deus fala pela consci&#234;ncia de cada um;&#160;- Deus grita pelo sofrimento! 
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	</item>
	<item rdf:about="http://aviladebrito.blog.terra.com.br/deus_em_questao">
		<title>"Deus em Quest&#227;o"</title>
		<link>http://aviladebrito.blog.terra.com.br/deus_em_questao</link>
		<dc:date>30.12.08</dc:date>
		<dc:creator>cabrals</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>Freud e C. S. Lewis debatem sobre amor, sexo e o sentido da vida.
De Armand Nicholi Jr.
A maior parte dos grandes pensadores ao longo da Hist&#243;ria da Humanidade n&#227;o ficou alheia &#224;&#160;quest&#227;o crucial da f&#233;. Durante o&#160;s&#233;culo XX - e ap&#243;s um conturbado s&#233;culo XIX, marcado por embates acalorados sobre&#160;a exist&#234;ncia ou n&#227;o de Deus - dois homens, de forma brilhante e cada qual &#224; sua maneira, levantaram novos argumentos&#160;sobre essa quest&#227;o. Em &#34;Deus em Quest&#227;o&#34;, o autor p&#245;e lado a lado os argumentos de C. S. Lewis e Sigmund Freud - favor&#225;veis e contr&#225;rios &#224; exist&#234;ncia de Deus -, muito embora provavelmente jamais tenham se encontrado de fato ao longo de suas vidas. Ambos consideram cuidadosamente a sua vis&#227;o de mundo &#224; luz de problemas como a dor e o sofrimento, o amor e o sexo, o sentido da vida e a inevitabilidade da morte. Ao leitor, ap&#243;s &#34;assistir&#34; ao debate magistral, cabe assumir&#160;o&#160;seu lugar ao lado de um ou de outro, conforme aquilo o que a consci&#234;ncia de cada um puder trazer &#224; luz da sua raz&#227;o - ou da su&#225; f&#233;...&#8220;Esta elegante e convincente compara&#231;&#227;o entre a vis&#227;o de mundo de Freud e a de C. S. Lewis &#233; uma oportunidade de reflex&#227;o dial&#243;gica sobre as mais importantes quest&#245;es que a humanidade sempre se fez: Deus existe? Ele se importa comigo? Este livro destina-se a todos que buscam, sinceramente, respostas sobre a verdade, o sentido da vida e a exist&#234;ncia de Deus.&#8221; Francis Collins, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas em Genoma Humano, EUA &#8220;Armand Nicholi acertou na mosca com essa hist&#243;ria irresist&#237;vel e t&#227;o bem contada sobre as duas &#226;ncoras &#8211; e o dilema &#8211; do pensamento moderno. A partir da vida desses dois verdadeiros g&#234;nios, podemos identificar o nosso pr&#243;prio desejo e busca.&#8221; Ken Burns, diretor do premiado document&#225;rio The Civil War e do hist&#243;rico Jazz, megass&#233;rie apresentada no Brasil pelo canal GNT &#8220;Alguns livros s&#227;o equilibrados, acad&#234;micos e objetivos. Outros s&#227;o desafiadores e comoventes e prendem a nossa aten&#231;&#227;o. Quando um livro consegue reunir tudo isso, torna-se simplesmente inesquec&#237;vel. Deus em Quest&#227;o &#233; assim. &#201; t&#227;o empolgante quanto um romance, com uma diferen&#231;a: n&#243;s escrevemos o final.&#8221; Peter Kreeft, PhD, professor de filosofia do Boston College, autor de &#8220;Buscar Sentido no Sofrimento&#8221; (Edi&#231;&#245;es Loyola) e &#8220;O Di&#225;logo&#8221; (Mundo Crist&#227;o) &#8220;Assisti a algumas das aulas impressionantemente concorridas de Armand Nicholi em Harvard, que foram uma das experi&#234;ncias mais gratificantes da minha vida. Depois de vinte e cinco anos de ensino e pesquisa sobre Freud e Lewis, o autor coloca o resultado &#224; disposi&#231;&#227;o de todos. Este livro mudar&#225; a sua vida.&#8221; Dr. Timothy Johnson, editor da &#225;rea m&#233;dica do ABC News &#8220;Deus em Quest&#227;o &#233; profundo e fascinante. Quem procura o verdadeiro significado da vida precisa ler este maravilhoso livro.&#8221; Ralph Larson, presidente e diretor executivo da Johnson &#38; Johnson
(A seguir, nos pr&#243;ximos posts, fa&#231;o algumas considera&#231;&#245;es sobre os temas abordados no livro.)</description>
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	<item rdf:about="http://aviladebrito.blog.terra.com.br/gilmar_mendes_no_roda_viva">
		<title>Gilmar Mendes no Roda Viva!</title>
		<link>http://aviladebrito.blog.terra.com.br/gilmar_mendes_no_roda_viva</link>
		<dc:date>15.12.08</dc:date>
		<dc:creator>cabrals</dc:creator>
		<dc:subject></dc:subject>
		<description>TV CULTURA, HOJE, 22H10M!
Prometia ser uma grande oportunidade de dar um arrocho no sr. Mendes... n&#227;o fosse a&#160;equipe &#34;chapa branca&#34; escalada (por ele mesmo) para entrevist&#225;-lo.
Veja&#160;os nomes: Eliane&#160;Cantanh&#234;de (ela mesma!), Reinaldo Azevedo (figurinha carimbada),&#160;Carlos Marchi, do Estad&#227;o e M&#225;rcio Chaer, editor do site Consultor Jur&#237;dico (possui liga&#231;&#245;es not&#243;rias com GM e DD).
Idelber Avelar (Biscoito fino...) sugere algumas perguntas que poderiam (mas n&#227;o ser&#227;o) ser feitas ao Exmo. Sr. Min. Confira no blog:&#160;
http://www.idelberavelar.com/archives/2008/12/gilmar_mendes_entrevistado_na_tv_dantas.php
&#160;
&#160;</description>
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	<title>&#193;vila de Brito</title>
	<link>http://aviladebrito.blog.terra.com.br</link>
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	<dc:language>pt-BR</dc:language>
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		<title>Deus em Quest&#227;o - A Morte</title>
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		<dc:date>30.12.08</dc:date>
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		<dc:subject>Artes</dc:subject>
		<description>&#160;
A MORTE
Freud afirmava que &#8220;nosso inconsciente n&#227;o acredita na sua pr&#243;pria morte; ele se comporta como se fosse imortal&#8221;. Um sinal disso &#233; que o homem continua a fazer guerras cada vez mais freq&#252;entes e sangrentas, pois embora haja evolu&#237;do, ele ainda mant&#233;m em estado reprimido &#8220;todos aqueles impulsos primitivos, selvagens, maus...&#8221; que o levam &#224;s guerras, sob pena de submeter-se ao risco da morte (o instinto b&#225;sico agressivo n&#227;o &#233; suplantado pelo temor da mortalidade). Freud n&#227;o fazia tais afirma&#231;&#245;es filosoficamente, e sim de modo anal&#237;tico, como resultado de suas atividades de pesquisa e de seus estudos. Contudo, talvez Lewis pudesse responder filosoficamente &#224; quest&#227;o, dizendo que o nosso inconsciente recuse a morte pelo fato de que ela n&#227;o seja parte original do &#8220;Plano da Cria&#231;&#227;o&#8221;... 
Tememos a morte a partir do exato momento em que dela tomamos consci&#234;ncia; consci&#234;ncia esta que &#233; inerente ao ser humano e que &#233; exclusiva dele. Todavia, nosso inconsciente nega a morte, n&#227;o a aceita, existe como se jamais precisasse se submeter a ela. 
E por que &#233; assim? Qual seria a raz&#227;o para essa nega&#231;&#227;o inconsciente de um fato consciente? Por qual motivo evitamos, inconscientemente, a certeza da morte?
N&#227;o poderia ser, talvez, pelo fato de que n&#227;o tenhamos sido originalmente criados para a morte? 
Por que o ser humano, que nasce para morrer, n&#227;o aceita a morte, ou pelo menos tem enorme dificuldade para aceit&#225;-la? Por que temos a necessidade imanente, intr&#237;nseca e inata da perman&#234;ncia?
E a raz&#227;o pode ser que n&#227;o nascemos, na verdade, para morrer; nascemos - ou fomos criados &#8211; para viver eternamente. Nosso inconsciente talvez saiba disso... E se assim o &#233;, havemos de ter a esperan&#231;a natural do porvir, esperan&#231;a que reside em Deus e que depende da reden&#231;&#227;o oferecida pelo Cristo, Jesus. &#201; certo que mesmo o mais cr&#233;dulo dos crentes teme a morte; do mesmo modo que tamb&#233;m &#233; verdadeiro que o mais c&#233;tico dos descrentes, ainda que viva com a consci&#234;ncia da morte - ou da extin&#231;&#227;o eterna, conforme a sua pr&#243;pria concep&#231;&#227;o &#8211; continua a viver e a alentar a possibilidade (inconscientemente) de um resultado menos banal para a vida. Sen&#227;o como seria poss&#237;vel prosseguir com serenidade, como n&#227;o sucumbir ao desespero e ao desamparo? , se a certeza inexor&#225;vel residisse apenas, nas palavras do pr&#243;prio Freud, em &#8220;os horrores da desintegra&#231;&#227;o&#8221; ou no &#8220;congelar como um ping&#252;im&#8221; ou ainda em &#8220;os terrores de eterno nada&#8221;. O inconsciente, que prov&#233;m da nossa natureza fundamental, sabe que n&#227;o morreremos jamais (ou que ao menos &#233; verdadeira essa possibilidade). De outro modo n&#227;o seria razo&#225;vel conceber que, da mesma maneira que naturalmente existimos, naturalmente tamb&#233;m estar&#237;amos fadados &#224; extin&#231;&#227;o? Mas assim n&#227;o o &#233;! , pelo simples fato de que n&#227;o nascemos absolutamente fadados &#224; extin&#231;&#227;o. Nascemos, ao contr&#225;rio, para viver eterna e plenamente, conforme um plano infal&#237;vel e perfeito: o &#8220;Plano da Cria&#231;&#227;o&#8221;. 
Em sua obra cl&#225;ssica, &#8220;Milagres&#8221;, C. S. Lewis fala sobre a morte:
&#8220;A morte &#233; o triunfo sobre Satan&#225;s e a puni&#231;&#227;o da queda&#8221;. &#8220;A morte &#233; o &#250;ltimo inimigo&#8221;. &#8220;A morte &#233; &#8216;ambivalente&#8217;. Trata-se da grande arma de Satan&#225;s e, ao mesmo tempo, da grande arma de Deus: trata-se da nossa desgra&#231;a suprema e da nossa &#250;nica esperan&#231;a; aquilo que Cristo veio conquistar e o meio pelo qual ele a conquistou.&#8221; &#8220;Para que se opere o Grande Milagre (ou o Maior dos Milagres: a Ressurrei&#231;&#227;o), a morte &#233; necess&#225;ria&#8221;.
Em uma de suas cartas ao pai, Lewis escreveria ainda:
&#8220;Eu vi a morte com razo&#225;vel freq&#252;&#234;ncia e nunca fui capaz de consider&#225;-la algo extraordin&#225;rio ou inacredit&#225;vel. A pessoa real &#233; t&#227;o real, t&#227;o obviamente viva e t&#227;o diferente do que restou que fica dif&#237;cil acreditar que tudo isso pudesse ter se transformado em nada&#8221;. 
&#8220;Ensina-nos a contar nossos dias,para que alcancemos cora&#231;&#227;o s&#225;bio.&#8221; (Salmo 90:12) Interpretando o salmista, isto &#233; o que ele diz: &#233; s&#225;bio compreender que este (o mundo) n&#227;o &#233; o nosso lar... </description>
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	<item rdf:about="http://aviladebrito.blog.terra.com.br/deus_em_questao_o_amor">
		<title>Deus em Quest&#227;o - O amor</title>
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		<dc:date>30.12.08</dc:date>
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		<dc:subject>Artes</dc:subject>
		<description>&#160;
O AMOR
O amor humano, quando levado aos seus extremos, tende a arrogar-se autoridade divina. Assim como o amor por uma mulher pode levar um homem a negligenciar a sua fam&#237;lia, ou o amor a p&#225;tria pode conduzir a atrocidades inimagin&#225;veis, o amor &#224; religi&#227;o pode motivar &#8211; e tem motivado ao longo dos s&#233;culos &#8211; as pessoas a agirem mal.
Lewis diz que &#8220;se algum dia for escrito algum um livro que eu n&#227;o hei de escrever, ele dever&#225; ser a confiss&#227;o da cristandade inteira acerca da contribui&#231;&#227;o espec&#237;fica da cristandade para a soma da crueldade e trai&#231;&#227;o da humanidade... N&#243;s gritamos o nome de Cristo e agimos a servi&#231;o de Moloque &#8221;.
Mas, e quanto a este tipo de amor: &#8220;Amar&#225;s ao teu Deus de todo o teu cora&#231;&#227;o e ao teu pr&#243;ximo como a ti mesmo&#8221;?
N&#227;o parece um mandamento pouco razo&#225;vel, ainda que enunciado com tamanha solenidade? O mandamento n&#227;o nos soaria ret&#243;rico, sob a forma de palavras vazias, porquanto inexeq&#252;&#237;veis?
De fato, poucos s&#227;o capazes de compreend&#234;-lo, ou mesmo de aceit&#225;-lo como v&#225;lido, esse mandamento fundamental para o crist&#227;o.
Mas Lewis nos traz &#224; luz para compreend&#234;-lo na sua ess&#234;ncia.
Inicialmente, ele explica que pode haver quatro tipos de amores: Storge = afei&#231;&#227;o, assim como a familiar, seu melhor exemplo. Philia = o sentimento de amizade, de afinidade, que une caminhantes da mesma jornada, pessoas com objetivos, opini&#245;es, id&#233;ias e ideais semelhantes (a profunda amizade, cultivada com sinceridade e calcada no tempo, tende a converter-se em Storge). Eros = o amor rom&#226;ntico e/ou sexual, que pode coexistir com as outras formas de amor. &#193;gape = o amor perfeito de Deus e por Deus; o amor do mandamento.
Este, o mandamento que Freud reputava absurdo e dizia ser imposs&#237;vel cumprir, pois &#8220;nem todos os homens s&#227;o dignos de amor&#8221;, ao contr&#225;rio, muitos &#8220;t&#234;m mais direito &#224; minha hostilidade, ou at&#233; mesmo ao meu &#243;dio&#8221;. Dizia ainda que talvez entendesse tal mandamento se ele fosse &#8220;ama o teu pr&#243;ximo, como o teu pr&#243;ximo te ama&#8221;. 
De fato, &#193;gape (o amor do mandamento) contradiz a natureza humana, violenta e agressiva por natureza, pois depende de uma natureza modificada: o &#8220;nascer de novo&#8221; espiritual preconizado pelas escrituras. Lewis orienta que a chave para compreens&#227;o do mandamento &#233; a express&#227;o &#8220;como a mim mesmo&#8221;. N&#227;o se trata de sentir afei&#231;&#227;o ou ternura (storge), ou de se ter afinidade (phylia) por todos e por qualquer um, da mesma forma que n&#227;o possu&#237;mos exatamente sentimentos semelhantes por n&#243;s mesmos! O que sentimos por n&#243;s &#233; um desejo de coisas boas, isto &#233;, um desejo de que somente o que &#233; bom e o que &#233; bem estejam na nossa vida. &#8220;N&#227;o importa quanto eu possa desgostar da minha pr&#243;pria covardia e avareza (dos meus defeitos, em suma), continuo amando a mim mesmo (e desejando o bem para mim)&#8221;, escreve Lewis. &#193;gape &#233;, portanto, um estado de vontade que temos para n&#243;s mesmos e que devemos aprender a ter para com os outros; &#233; o desejo de fazer e querer o bem para todos e para qualquer um, do mesmo modo como queremos e fazemos para n&#243;s mesmos. Nesse tipo de amor &#8211; assim como no mandamento - n&#227;o h&#225; mera poesia, ou falsa ret&#243;rica, n&#227;o s&#227;o palavras vazias. Nele h&#225; atitude e postura: o exerc&#237;cio da verdadeira aceita&#231;&#227;o do outro com as suas imperfei&#231;&#245;es, a nega&#231;&#227;o do nosso orgulho e das nossas vaidades, o suplantar da nossa natureza ego&#237;sta. Mas se ainda assim o conceito do amor ao pr&#243;ximo nos pare&#231;a incoerente e ilus&#243;rio, quando a consci&#234;ncia nos apresenta os outros como seres imortais - como de fato o s&#227;o - tornar-se-&#227;o, ent&#227;o, a coisa mais sagrada que possa ser apresentada aos nossos sentidos materiais. Dignos, portanto, do nosso amor incondicional. Esta &#233; a verdadeira e fundamental &#233;tica crist&#227;! 
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	<item rdf:about="http://aviladebrito.blog.terra.com.br/deus_em_questao_o_sofrimento">
		<title>Deus em Quest&#227;o - O sofrimento</title>
		<link>http://aviladebrito.blog.terra.com.br/deus_em_questao_o_sofrimento</link>
		<dc:date>30.12.08</dc:date>
		<dc:creator>cabrals</dc:creator>
		<dc:subject>Artes</dc:subject>
		<description>O PROBLEMA DO SOFRIMENTO 
Viver significa sofrer. A consci&#234;ncia da mortalidade causa dor e a necessidade de perman&#234;ncia provoca sofrimento. O medo da perda &#233; penetrante; o sofrimento provocado pela perda &#233; extremo.
Mas afinal, se Deus &#233; bom e perfeito, por que h&#225; dor e sofrimento?
Segundo Lewis, o governo do universo est&#225; temporariamente nas m&#227;os do inimigo, e esta seria a raz&#227;o de todas as dores e de todos os sofrimentos. 
Mas, ainda: se Deus &#233; o criador de tudo o que h&#225;, teria ele tamb&#233;m criado o sofrimento? Pois o sofrimento em si n&#227;o &#233; bom, a ess&#234;ncia do sofrimento &#233; o mal; logo, como poderia ele ter provido de Deus, que &#233; bom e perfeito?
De fato, o sofrimento n&#227;o &#233; bom e n&#227;o pode ter procedido de Deus, mas pode ser usado por Ele para os seus prop&#243;sitos redentores. O sofredor, durante a sua dor, acaba por submeter-se &#224; vontade de Deus; o expectador do sofrimento experimenta a compaix&#227;o e os atos de miseric&#243;rdia que tamb&#233;m o aproximam de Deus. O Bem simples (absoluto) prov&#233;m de Deus; o Mal simples (absoluto) prov&#233;m do Inimigo; Deus explora o mal para os seus prop&#243;sitos redentores. O resultado dessa equa&#231;&#227;o &#233; o Bem complexo, para o qual contribuem o sofrimento aceito e o arrependimento. 
E se Deus &#233; perfeito e bom, quem teria, ent&#227;o,&#160;criado o Mal? 
Deus nos criou todos &#8211; anjos e seres humanos &#8211; dotados de livre-arb&#237;trio (o que &#233; bom, pois de outro modo ser&#237;amos como rob&#244;s, ou como marionetes nas m&#227;os de um t&#237;tere todo-poderoso). O abuso desse mesmo livre-arb&#237;trio gerou o Mal. E Deus permite o Mal, assim como permite a dor e o sofrimento (que s&#227;o maus e males) por enquanto, neste Universo parcialmente redimido.
&#160;- Deus sussurra pelos prazeres e pelas belezas da vida;&#160;- Deus fala pela consci&#234;ncia de cada um;&#160;- Deus grita pelo sofrimento! 
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	<item rdf:about="http://aviladebrito.blog.terra.com.br/deus_em_questao">
		<title>"Deus em Quest&#227;o"</title>
		<link>http://aviladebrito.blog.terra.com.br/deus_em_questao</link>
		<dc:date>30.12.08</dc:date>
		<dc:creator>cabrals</dc:creator>
		<dc:subject>Artes</dc:subject>
		<description>Freud e C. S. Lewis debatem sobre amor, sexo e o sentido da vida.
De Armand Nicholi Jr.
A maior parte dos grandes pensadores ao longo da Hist&#243;ria da Humanidade n&#227;o ficou alheia &#224;&#160;quest&#227;o crucial da f&#233;. Durante o&#160;s&#233;culo XX - e ap&#243;s um conturbado s&#233;culo XIX, marcado por embates acalorados sobre&#160;a exist&#234;ncia ou n&#227;o de Deus - dois homens, de forma brilhante e cada qual &#224; sua maneira, levantaram novos argumentos&#160;sobre essa quest&#227;o. Em &#34;Deus em Quest&#227;o&#34;, o autor p&#245;e lado a lado os argumentos de C. S. Lewis e Sigmund Freud - favor&#225;veis e contr&#225;rios &#224; exist&#234;ncia de Deus -, muito embora provavelmente jamais tenham se encontrado de fato ao longo de suas vidas. Ambos consideram cuidadosamente a sua vis&#227;o de mundo &#224; luz de problemas como a dor e o sofrimento, o amor e o sexo, o sentido da vida e a inevitabilidade da morte. Ao leitor, ap&#243;s &#34;assistir&#34; ao debate magistral, cabe assumir&#160;o&#160;seu lugar ao lado de um ou de outro, conforme aquilo o que a consci&#234;ncia de cada um puder trazer &#224; luz da sua raz&#227;o - ou da su&#225; f&#233;...&#8220;Esta elegante e convincente compara&#231;&#227;o entre a vis&#227;o de mundo de Freud e a de C. S. Lewis &#233; uma oportunidade de reflex&#227;o dial&#243;gica sobre as mais importantes quest&#245;es que a humanidade sempre se fez: Deus existe? Ele se importa comigo? Este livro destina-se a todos que buscam, sinceramente, respostas sobre a verdade, o sentido da vida e a exist&#234;ncia de Deus.&#8221; Francis Collins, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas em Genoma Humano, EUA &#8220;Armand Nicholi acertou na mosca com essa hist&#243;ria irresist&#237;vel e t&#227;o bem contada sobre as duas &#226;ncoras &#8211; e o dilema &#8211; do pensamento moderno. A partir da vida desses dois verdadeiros g&#234;nios, podemos identificar o nosso pr&#243;prio desejo e busca.&#8221; Ken Burns, diretor do premiado document&#225;rio The Civil War e do hist&#243;rico Jazz, megass&#233;rie apresentada no Brasil pelo canal GNT &#8220;Alguns livros s&#227;o equilibrados, acad&#234;micos e objetivos. Outros s&#227;o desafiadores e comoventes e prendem a nossa aten&#231;&#227;o. Quando um livro consegue reunir tudo isso, torna-se simplesmente inesquec&#237;vel. Deus em Quest&#227;o &#233; assim. &#201; t&#227;o empolgante quanto um romance, com uma diferen&#231;a: n&#243;s escrevemos o final.&#8221; Peter Kreeft, PhD, professor de filosofia do Boston College, autor de &#8220;Buscar Sentido no Sofrimento&#8221; (Edi&#231;&#245;es Loyola) e &#8220;O Di&#225;logo&#8221; (Mundo Crist&#227;o) &#8220;Assisti a algumas das aulas impressionantemente concorridas de Armand Nicholi em Harvard, que foram uma das experi&#234;ncias mais gratificantes da minha vida. Depois de vinte e cinco anos de ensino e pesquisa sobre Freud e Lewis, o autor coloca o resultado &#224; disposi&#231;&#227;o de todos. Este livro mudar&#225; a sua vida.&#8221; Dr. Timothy Johnson, editor da &#225;rea m&#233;dica do ABC News &#8220;Deus em Quest&#227;o &#233; profundo e fascinante. Quem procura o verdadeiro significado da vida precisa ler este maravilhoso livro.&#8221; Ralph Larson, presidente e diretor executivo da Johnson &#38; Johnson
(A seguir, nos pr&#243;ximos posts, fa&#231;o algumas considera&#231;&#245;es sobre os temas abordados no livro.)</description>
	</item>
	<item rdf:about="http://aviladebrito.blog.terra.com.br/gilmar_mendes_no_roda_viva">
		<title>Gilmar Mendes no Roda Viva!</title>
		<link>http://aviladebrito.blog.terra.com.br/gilmar_mendes_no_roda_viva</link>
		<dc:date>15.12.08</dc:date>
		<dc:creator>cabrals</dc:creator>
		<dc:subject>Artes</dc:subject>
		<description>TV CULTURA, HOJE, 22H10M!
Prometia ser uma grande oportunidade de dar um arrocho no sr. Mendes... n&#227;o fosse a&#160;equipe &#34;chapa branca&#34; escalada (por ele mesmo) para entrevist&#225;-lo.
Veja&#160;os nomes: Eliane&#160;Cantanh&#234;de (ela mesma!), Reinaldo Azevedo (figurinha carimbada),&#160;Carlos Marchi, do Estad&#227;o e M&#225;rcio Chaer, editor do site Consultor Jur&#237;dico (possui liga&#231;&#245;es not&#243;rias com GM e DD).
Idelber Avelar (Biscoito fino...) sugere algumas perguntas que poderiam (mas n&#227;o ser&#227;o) ser feitas ao Exmo. Sr. Min. Confira no blog:&#160;
http://www.idelberavelar.com/archives/2008/12/gilmar_mendes_entrevistado_na_tv_dantas.php
&#160;
&#160;</description>
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